Festival de Musicais Infantis: Teatro Santo Agostinho recebe programação

Festival de Musicais Infantis fica em cartaz até 20 de fevereiro, com peças da Cyntilante Produções; passaporte vacinal é obrigatório para assistir espetáculos

Após uma temporada em janeiro, a Cyntilante Produções volta ao palco com o 3º Festival de Musicais Infantis. A programação de cultura teatral segue em cartaz no Teatro Santo Agostinho, em Belo Horizonte, até 20 de fevereiro.

Festival de Musicais Infantis

Dentre os espetáculos em cartaz do Festival de Musicais Infantis, o público poderá conferir: “Rainha da Neve”, “O mágico de Oz”, “Aladim”, “A Bela Adormecida” e “O que você vai ser quando crescer?”, peça autoral da companhia.

De acordo com o diretor do grupo, Fernando Bustamante, o mês de janeiro superou as expectativas, mesmo com o avanço da variante ômicron do coronavírus. Para ele, “o público demonstrou que realmente quer ir ao teatro”.

Mobilização dos artistas

Além disso, o diretor comemorou também o resultado da mobilização dos artistas por conta da imposição ao público, pela Prefeitura de Belo Horizonte, de apresentação do teste negativo da COVID-19 e do comprovante de vacinação.

“Quando veio a exigência do teste negativo, a gente quase caiu para trás. Pensei: ah meu Deus, vamos ter de cancelar. Mas conseguimos reverter a situação e agora só é exigido o comprovante de vacinação completo para adultos.”

Esclarecimento

Por outro lado, Bustamante esclareceu que o Festival de Musicais Infantis não foi suspenso ou cancelado, como ocorreu com peças da Campanha de Popularização do Teatro e Dança. Isso porque o grupo não faz parte do evento.

Bustamante revela que cada espetáculo do festival possui um diferencial.

Sendo assim, “Rainha da Neve” aposta na interação dos atores com o público e projeções mapeadas. “A Bela Adormecida” foca nas crianças a partir de dois anos. “E ‘Aladim’ conta com uma trilha sonora encantadora”, afirma.

Porém, a peça “O que você vai ser quando crescer?” aborda de forma bem humorada as profissões que aguardam pelas crianças quando elas ficarem adultas.

Por fim, o diretor afirma:

“Esse espetáculo é quase um documentário sobre a vida dos artistas em cena. É meio biográfico. Fala como o mágico se tornou mágico, como o bailarino se tornou bailarino. É uma peça sobre a liberdade de escolha.”

*Foto: Divulgação